
Fico quieto na tentativa de não agitar a luz das velas. Quero que o teu brilho seja constante como o reflexo do sol na face da lua. Quero ver-te na plenitude da tua pele nua. Esta atracção gravítica que o teu corpo exerce sobre o meu faz-me girar em torno da tua beleza ímpar. Hoje quero ser o vento que em ti se vem abraçar. Este silêncio que não quebro, quero senti-lo como troca infinita de sentidos, que não preciso dizer ou escrever, apenas absorver. Quero olhar-te! Não preciso sequer de te tocar para saber a imensidão do teu ventre.
Fico imóvel, perante a magnitude do teu olhar. Quero naufragar-me em ti.
Fico imóvel, perante a magnitude do teu olhar. Quero naufragar-me em ti.
És as palavras do meu dia e da minha noite. E o resto. E tudo!
ResponderEliminar