É no espírito rectilíneo do desejo que sigo as curvas que me hão de levar ao fundo do teu corpo. A nudez é a mera timidez que esconde a insaciedade, a insanidade da loucura com que me vês. Derivo em cada vector como se fosse um qualquer desenhador de corpos nus, um escultor de massas opacas que em esferas de luz o teu corpo traduz. Não, não sou nada disso, sou tudo aquilo que inventas quando no teu pensamento me crias, me afagas e me guias pelas luxúrias infindáveis do teu regaço. Ribeiro, riacho onde me banhas como uma criança que em ti adormece, nesse sonho que não perece, apenas aguarda, amanhece.
26.9.11
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário