Para sussurrar uma existência,
Fora do tempo.
A construção da linguagem,
Faz-se de seda,
Abraços de casulo!
Quem de nós recebe a palavra,
Como consagração das horas?
Quem?
Eu e tu?
Agora pronuncio-te lenta,
Lentamente.
Fazendo ressoar em mim,
Cada som que é o mais pequenino,
Lugar do teu corpo.
Um mapa que reconstruo,
Por dentro dos meus olhos.
São os percursos do desejo.
As rotas de seda.
(A foto...só para ti que a entendes!)
De um talento genial como é o teu, também esta só podia ser uma faceta tua igualmente brilhante!
ResponderEliminarBeijinhos Carlos
Genial! Tens uma beleza de palavras fascinante...leio-te e releio-te e nunca canso! És fantástico!
ResponderEliminarahhhh Bali! Reconheci pela descrição. Detalhes...
ResponderEliminar;)