
Hoje vens.
Sinto a tua falta.
As minhas mãos carecem do teu corpo.
Vamos ser nós outra vez?
Não suporto este vazio de coisas comuns,
Esta falta dessa terra fecunda: o teu ventre,
Onde sulcas em mim a certeza de existir.
É. Eu também não sei se sou ou não sou,
Na ausência de ti.
Apenas imagino o teu nome despir-se,
Como se fosse a minha geneologia.
Sem ti, a minha história também se dissolve.
Rasga uma das tuas páginas e crava-a em mim.
Sinto a tua falta.
As minhas mãos carecem do teu corpo.
Vamos ser nós outra vez?
Não suporto este vazio de coisas comuns,
Esta falta dessa terra fecunda: o teu ventre,
Onde sulcas em mim a certeza de existir.
É. Eu também não sei se sou ou não sou,
Na ausência de ti.
Apenas imagino o teu nome despir-se,
Como se fosse a minha geneologia.
Sem ti, a minha história também se dissolve.
Rasga uma das tuas páginas e crava-a em mim.
ansiedade inspiradora....mágica. E lá vem a montanha russa... ;)
ResponderEliminarMaravilhoso!!!
ResponderEliminarAiiiii quem me dera ter quem me escrevesse tais palavras! Tenho muito orgulho em ti meu querido!