
As mais bonitas histórias de amor não são as que se escrevem, se idealizam, se sonham, se anseiam, se desejam, se planeiam. São as que se vivem. São aquelas que se fazem com o coração a bater fora do peito, as que se vivem com a (in)consciência do risco de tudo perder mas também de tudo poder ganhar.
Só assim vale a pena viver: sem medo.
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