2.12.10

tranparências

(...) ofereceste-te com generosidade, entreguei-me sem obstáculos. (...) Estranhei-te o silêncio. Tu, para quem as palavras são supérfluas quando a certeza é firme, manifestaste-te no movimento do corpo em tradução livre do desejo e sorriste-me encontrando, finalmente, não aquilo que procurávamos, mas aquilo que nos faz felizes. 

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