23.7.10

e depois?


O único problema do tratado da paixão é querer perpetuá-la no tempo, sabendo que um dia o tempo nos encosta à parede e nos pergunta: e agora?
Seguimos em frente?
Às vezes sabemos a resposta. Outras vezes não.

Não penso muito. Hoje sigo. Sinto. Desejo. Quero.

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